Áudio de Poesia
Serrat canta versos de Antonio Machado
A canção Cantares, de Joan Manuel Serrat, na verdade é uma composição sobre os versos (o trecho recitado) de um poema (Proverbios y cantares XXIX em Campos de Castilla) de Antonio Machado (1875-1939), poeta modernista espanhol.
Serrat recita poema de Walt Whitman
Ouçam Joan Manuel Serrat, o (1943) músico espanhol, recitando um poema de Walt Whitman, durante um show:
Mariza canta Cavaleiro Monge, de Fernando Pessoa
Mariza, de nascimento Marisa dos Reis Nunes, é uma “cantadeira de fados” moçambicana-portuguesa, nascida em 1973. Tem uma voz belíssima e um estilo marcante. Quem a vê não esquece jamais.
Nota sobre Álvaro de Campos e áudio de Opiário
Álvaro de Campos (1890 – 1935), autor de “Saudação a Walt Whitman“, é um dos heterônimos de Fernando Pessoa que eu mais gosto. Na verdade, eu pouco li do Bernardo Soares, do Ricardo Reis e do Alberto Caeiro (embora seja uma vergonha para um poeta, admito essa minha omissão literária! Mas convenhamos, o Campos é o Mestre de todos os outros “eus” pessoanos!). E compartilho com ele a predileção por Whitman!
ODA A WALT WHITMAN, de Garcia Lorca, musicada por Patxi Andión
Federico García Lorca (1898 – 1936), poeta e dramaturgo espanhol, que foi assassinado durante a Guerra Civil Espanhola, escreveu a Oda a Walt Whitman em 1933, do livro Poeta Em Nova Yorque, publicado em 1940. Patxi Andión, cantor, músico e ator espanhol, musicou o poema de Garcia Lorca. Ouçam esta peça e acompanhem pelo poema abaixo, no original. Para ler o poema numa tradução livre para o português, feita por Leonardo de Magalhaens, cliquem aqui.
Ouça Chris Cooper declamando os últimos versos da Canção de Mim Mesmo, de Walt Whitman
Na Ribeira deste Rio, com Dori Caymmi e Renato Braz
Mais um poema de Fernando Pessoa, Na Ribeira Deste Rio, que está na minha velha fita na voz do Dori Caymmi. Só que agora vocês podem acompanhar em vídeo recente. Deliciem-se com a maravilha desses artistas cantando Fernando Pessoa.
“Cruzou por mim…”, de Fernando Pessoa, com Jô Soares
Pessoal, incrível isso: fui remexer nas minhas gavetas e não é que até hoje eu guardo a fita com os poemas do Fernando Pessoa!!! Essa fita é da década de 80, do meu tempo de graduação. Eu realmente guardo as preciosidades que recebo da vida! Aprendi com meu Pai! Por isso sou meio caipira ainda, meio da roça, e a exemplo de Fernando Pessoa, não tenho vergonha de me declarar totalmente ridículo e de não ser um vencedor no mundo, e de também ter sido vil e mesquinho! Mas, não me arredo dos meus desejos, da minha vontade, de estar junto da poesia, de comer versos neste mundo vendido ao capitalismo, em vez de termos apenas o que é suficiente para nosso sustento, recebendo de acordo com nossa produção e tudo que tivermos a mais compartilharmos com os irmãos. Por isso compartilho aqui este poema do Fernando Pessoa, recitado pelo Jô Soares, pois tudo vale a pena, se a alma não é pequena!
