Versos esparsos de Whitman
Serrat recita poema de Walt Whitman
Ouçam Joan Manuel Serrat, o (1943) músico espanhol, recitando um poema de Walt Whitman, durante um show:
Ouça Chris Cooper declamando os últimos versos da Canção de Mim Mesmo, de Walt Whitman
Whitman e os seguidores
Ao ler o artigo sobre celebridades e sub-celebridades e as rifas que fazem para angariar seguidores no Twitter, no Blogue do Janio, me lembrei de um poema do Whitman sobre este assunto, “Quem sejas segurando agora minha mão”, do livro “Cálamo”.
Whitman e a imortalidade
“Não sou uma terra nem um adjunto de uma terra,
Sou o parceiro e acompanhante de pessoas, todas tão imortais e insondáveis quanto eu mesmo,
Whitman e os animais
Depois de assistir ao documentário Earthlings / Terrícolas, que mostra como a humanidade trata, ou melhor, maltrata, os animais, decidi colocar este trecho da seção 32 da “Canção de Mim Mesmo” aqui, no qual Whitman fala de sua relação com os animais:
Whitman sobre o Novo Mundo
A Terras Estrangeiras
(de “Inscrições“, primeiro livro de Folhas de Relva, de Walt Whitman)
Whitman sobre bondade e maldade
“Não sou o poeta da bondade apenas, não declino de ser o poeta da maldade também.”
Walt Whitman, seção 22 da “Canção de Mim Mesmo”.
Walt Whitman sobre solidariedade
“E quem andar duzentos metros sem solidariedade anda para o próprio funeral vestido em sua mortalha…”
